PLANO DE CENTROS DE CUSTOS
(o modelo implantado no HU/UFSC)
AUTOR: JOSÉ GERALDO MATTOS
Neste capítulo será abordado de forma resumida o sistema de apuração de custos implantado no Hospital Universitário da UFSC, fazendo-se uma breve consideração teórica sobre o método de redução escalar. Será visto também sob uma forma descritiva, a estrutura do plano dos centros de custos e suas respectivas bases de rateio. A composição desta estrutura é fundamental importância para o sistema de custeio por absorção pois de uma boa hierarquização dependerá o resultado dos custos apurados .
Um material intensamente pesquisado para redação deste capítulo foi o "Manual de Rotinas do Sistema de Apuração de Custos do HU/UFSC", elaborado pela equipe de custos do Hospital Universitário da UFSC.
Plano dos Centros de Custo do HU/UFSC
A estrutura atual dos centros de custo do Hospital Universitário da UFSC, segue uma ierarquia dentro do sistema RKW, os quais são codificados de forma a permitir uma classificação homogênea e objetiva, conseguindo-se assim, uma uniformização de procedimentos realizados.
O agrupamento dos centros de custo deve ser organizado, respeitando-se a variedade de atividades que diferem entre si quanto aos objetivos, pois enquanto algumas atividades estão voltadas à assistência direta ao paciente, outras cumprem o papel de auxiliares no processo de atendimento e outras ainda são colocadas de maneira a permitir a infra estrutura básica para tais atendimentos. Os centros de custo devem assim seguir uma certa hierarquia, de forma que dê prioridade de rateio aos centros de custo prestadores de serviço de maior significação econômica.
Este rateio do custo entre os centros pode ser processado por diferentes métodos, que são assim classificados: método de rateio direto, método de rateio por redução escalar (RKW), método de rateio duplo e método de rateio múltiplo.(Apostila MEC 1987 ).
A fim de sistematizar e especificar a realidade atual do Hospital Universitário /UFSC, será deixado de lado os demais métodos de rateio de custo, conceituando apenas aquele que nos interessa para o prosseguimento do presente trabalho, que é o método de rateio por redução escalar, podendo os outros conceitos serem encontrados na apostila supra citada.
Rateio por redução escalar - Método RKW
Este método, também chamado de método das seções homogêneas, é caracterizado pelo fato do volume de atividades produtivas de cada centro de custo poder ser medido por uma unidade que defina toda a produção que passa pelo centro de custo, por mais diversificado que possa ser. A esta unidade, denominamos "Unidade de Mensuração", podendo ser também denominada, "Unidade de Mensuração Ponderada", quando a diversificação da produção não permitir uma classificação homogênea, sendo necessário atribuir um fator de ponderação para cada produto ou serviço hospitalar produzido.
Este método permite que cada centro de custo transfira, por rateio, seu custo total a todos os centros de custo que tenham prestado serviços, que lhe sucedam no plano hierarquizado de centros de custo ( o que chamamos de "efeito cascata"). Permita assim, a transferência de custo também entre centros de custo do mesmo grupo. Em contrapartida, exige um grande rigor na hierarquização dos centros alocados em cada um dos grupos de forma que, no processo de interação de troca de serviços, tenha prioridade, no rateio de seus custos para os demais, aqueles cujos serviços prestados tenha maior relevância econômica do que os recebidos. Por esse método, os centros de custo que já foram rateados, não receberão rateios dos demais centros, evitando-se assim, a formação de resíduos de custo não apropriáveis aos produtos.
Grupamento dos centros de custo
Fala-se em hierarquização de centros de custo, que seria nada mais do que a ordem ocupada pêlos centros dentro do plano, conforme conceito anterior, segundo o método de rateio por redução escalar.
Atualmente, o Hospital Universitário/UFSC adota a seguinte hierarquização:
- Administração
- Condomínio
- Central Térmica
- Nutrição e Dietética
- Transportes
- Limpeza
- Almoxarifado
- Manutenção
- Lavanderia
- Farmácia
- Centro de Material e Esterilização
- SAME
C)-Grupo 3 - Centros de Custos Auxiliares
- Gasoterapia
- Serviço Social
- Radiosótopos ou Medicina Nuclear
- Hemoterapia
- Radiologia
- Ultrassonografia
- Laboratório de Patologia Clínica
- Eletrodiagnóstico
- Anatomia Patológica
- Unidade de Terapia Intensiva
- Neonatologia
- Centro Cirúrgico
- Centro Obstétrico
C) - Grupo 4 - Centros de Custo Finais
- Alojamento conjunto
- Clínica Médica Masculina
- Clínica Médica Feminina
- Clínica Pediátrica
- Clínica Cirúrgica I
- Clínica Cirúrgica II
- Ambulatórios
- Emergência
D) - Grupo 5 - Centros de Custo de Produção e/ou Inaplicáveis
- Farmácia Industrial
- Costura
- Ensino
- Creche
- Comissão Permanente de Informática
Esta estrutura pode e deve ser constantemente avaliada, de maneira a não perder-se informações importantes quanto à troca de prestações de serviços entre os centros de custo, pois o que consideramos positivo, dentre outros pontos, é justamente a maleabilidade do sistema, onde algumas alterações no produto final do centro, determinará uma mudança nesta hierarquia.
Conceituação dos centros de custo
A)-Centros de custo Administrativos
O Hospital Universitário/UFSC conta atualmente com uma estrutura administrativa um pouco diferenciada de algumas unidades hospitalares, pois não possui um quadro diretivo com equipes de assessoramento, o que nos levou a considerar, para agregação de custos, somente aqueles relativos à administração geral.
O centro de custo Administração, face a esta particularidade, agrega os custos das atividades dos serviços de pessoal, orçamentário-financeiro, contábil, material, diretoria geral e de área e outros serviços de administração não identificados com outros centros de custo, como Centro de Informações Toxicológicas e Comissão Permanente de Infecção Hospitalar.
Unidade de mensuração: Adota-se como parâmetro, para comparação dos custos administrativos, o montante dos custos diretos dos centros de custo no período.
B)- Centros de custo de Base
Estão aqui reunidos os setores que compreendem a infra -estrutura necessária ao funcionamento do Hospital, pois não estão diretamente ligados a atividade fim, constituindo-se dos seguintes centros de custo:
Condomínio: Englobam as atividades de manutenção da estrutura predial, vigilância, telefonia, recepção, áreas de circulação, manutenção de extintores de incêndio, coleta de resíduos sólidos e líquidos, elevadores, jardinagem, parques, estacionamento, etc.,
Unidade de mensuração: m2 de área útil, ocupada pelos demais centros de custo.
Central Térmica (Caldeira): São agregados os custos de pessoal, combustível e energia elétrica, mais os contratos de manutenção ao sistema, inerentes às suas atividades.
O rateio da produção (água quente e vapor d'água) é feito através de um percentual de utilização destes produtos pelo centros de custos, fixados em estudos periódicos realizados com engenheiros, técnicos de custo, técnicos de caldeira e chefias dos setores que se utilizam do serviço.
Unidade de mensuração: Hora de funcionamento.
Nutrição e Dietética: Agrega os custos relativo a pessoal, fornecimento de alimentação ao Hospital, incluindo-se cozinhas dietéticas e geral, despensa, câmaras frigoríficas, copa, refeitório e lactário, com a responsabilidade de preparar e distribuir as refeições.
O rateio da produção que recebe uma ponderação, é feito aos centros de custo que recebem alimentação, informados em relatórios próprios.
Unidade de mensuração: Existe um coeficiente de ponderação para cada refeição, onde após processadas, denomina-se Unidade de Refeição Ponderada. Para efetuar essas ponderações utiliza-se os seguintes pesos:
|
Refeição |
Peso |
|
Almoço |
7 |
|
Janta |
5 |
|
Desjejum |
5 |
|
Ceia |
1 |
|
Mamadeira |
2 |
Transporte: Abrange os custos com pessoal, combustível, óleos, lubrificantes, peças de reposição, despesa com oficina, pneus, necessários a frota de veículos do Hospital.
O rateio da produção é realizado com base em informações fornecidas pelo próprio Serviço de Transporte, em relatório específico, de acordo com a utilização por centro de custo.
Unidade de mensuração: km rodado por centro de custo.
Limpeza - Recebe os custos relativos as atividades deste serviço, como pessoal, material de limpeza e higienização e quando for o caso, os custos de contratação de firmas especializadas para atuarem no Hospital.
O rateio é feito para os centros de custo que são limpos no todo ou em parte, medidos através da metragem quadrada da área limpa, o que corresponde à unidade de mensuração.
Almoxarifado - Abrange os custos relacionados ao recebimento, armazenagem, controle e distribuição de materiais ao Hospital.
Rateia-se a produção aos centros de custo que solicitarem materiais no período, considerando-se o fornecimento de todos os grupos de materiais ( expediente, enfermagem, limpeza, manutenção, nutrição, adquiridos por convênios, permanente, laboratório, raio x, rouparia, cirúrgico e ortopédico ), exceto material de fabricação própria, que é distribuído pela Farmácia Industrial.
Unidade de mensuração: Valor fornecido
Manutenção : Agrega os custos inerentes à preservação e manutenção do prédio, equipamentos e material permanente. Os materiais de manutenção de valor maior, bem como os serviços contratados, devem ser debitados diretamente nos centros de custo onde foram aplicados.
Observação: Na apuração dos custos, para posterior alocação, uma dúvida que sempre ocorre é com relação aos materiais e peças de reposição pela Manutenção para conserto de equipamentos, que são considerados como pertencentes à estrutura de custo desse centro , ocasionando uma sobrecarga de custos. O rateio da produção é feito aos centros de custo que solicitarem serviços, em relatório próprio.
Unidade de mensuração: Hora de Trabalho Aplicada, que é o tempo gasto por funcionário para execução da tarefa.
Lavanderia/Rouparia: Abrange custos relativos às atividades de recepção, separação, pesagem, lavagem, centrifugagem, selagem, passagem, conserto, guarde e distribuição de roupas.
Rateia-se a produção aos centros que se utilizarem do serviço.
Unidade de mensuração: kg de Roupa Processada.
Farmácia: Recebe os custos relativos ao recebimento, estocagem, controle e distribuição de medicamentos para suprimento do Hospital.
Este centro recebe também uma parcela de medicamentos da Farmácia Industrial, para posterior distribuição, porém a Farmácia Industrial possui conta própria e deve ser tratada como centro de custo de produção e/ ou inaplicável.
Rateia-se como produção, o valor fornecido em moeda corrente aos centros de custo supridos pela estrutura da Farmácia.
Centro de Material e Esterilização: Agrega os custos de recepção, preparação, esterilização, estocagem e distribuição do material às Unidades.
Geralmente todos os materiais sujeitos à esterilização como gazes, seringas, drenos ou até mesmo instrumental cirúrgico, são requisitados ao almoxarifado por este centro.
Unidade de mensuração: Pacote Ponderado
Os estudos realizados pelo Hospital Universitário/UFSC com relação aos pacotes fornecidos, determinaram uma ponderação da produção, considerando-se o volume dos pacotes da seguinte forma:
- Pacotes Pequenos ( peso 1 ) - exemplo: abaixador de língua, pinças, seringas, lâmina de bisturi, vidrarias, etc.
- Pacotes Médios ( peso 2 ) - exemplo: cateteres, curativo simples, pacote pequena cirurgia, retirada de pontos, higiene oral, etc.
- Pacotes Grandes ( peso 4 ) - exemplo: bandeja anestesia geral, bandeja biópsia, bandeja para punções, caixa pequena cirurgia, etc.
SAME: Agrega os custos inerentes ao cadastramento, abertura de prontuários e encaminhamento dos pacientes internos e externos, como também o controle, arquivamento e separação dos prontuários médicos.
Rateia-se a produção de acordo com a utilização dos serviços, principalmente pelos centros de custo finais e Ensino.
Unidade de mensuração: Número de Prontuários Manuseados.
C) Centros de Custo Auxiliares
Neste grupo encontram-se os centros de custo de apoio direto às atividades fins, em sua maioria os serviços complementares de diagnóstico e trabalho, à exceção da Gasoterapia e Serviço Social.
Gasoterapia: Recebe os custos referentes ao fornecimento da gases medicinais e oxigênio aos pacientes. Há de considerar-se, além do material de consumo, o custo de distribuição e manutenção da rede de gases e oxigênio.
Rateia-se a produção de acordo com o número de pacientes-dia da internação e UTI, número de cirurgias do Centro Cirúrgico e nebulizações ambulatoriais.
Serviço Social: Abrange os custos necessários à assistência e orientação aos pacientes ou pessoas a ele relacionadas. Através de contatos pessoais ou telefônicos, entrevistas, relatórios, considerando-se a intervenção, independente do número de pessoas.
Unidade de mensuração: Número de atendimentos, rateados aos centros de custo a que fazem parte os pacientes ou familiares assistidos.
Radiosótopos ou Medicina Nuclear: Recebe os custos referentes à coleta de material dos pacientes, realização do exame, aplicação de contraste, emissão dos resultados e manutenção dos equipamentos.
Para o rateio da produção inicialmente é feita uma ponderação dos exames realizados, aplicando-se pesos aos mesmos, a fim de se obter uma informação mais precisa quanto ao custo médio, da seguinte forma:
|
Exame |
Peso |
|
Exames "In Vitro" |
01 |
|
Exame "In Vivo" |
03 |
Unidade de mensuração: Número de Exames Ponderados.
Hemoterapia: Agrega os custos relativos à coleta, armazenagem, controle, classificação e aplicação de sangue e seus derivados.
A unidade de mensuração, segue o mesmo princípio da ponderação, onde teríamos:
|
Procedimento |
Peso |
|
Unidade Transfusional Adulto |
1,0 |
|
Unidade Transfusional Pediátrica |
0,5 |
Considera-se como Unidade Transfusional Adulto ( U.T. ), a sangria total, concentrado de hemácias, plasma normal, plasma fresco e congelado, concentrado de plaquetas e crio precipitado e como Unidade Transfusional Pediátrica, as frações de até 50% das quantidades de UT's adulto.
Radiologia: Agrega os custos de identificação dos pacientes, encaminhamento, realização do exame radiológico emissão do laudo, além dos custos de manutenção dos equipamentos.
O rateio da produção é feito aos centros de custo que utilizam os serviços, principalmente a UTI, Centro Cirúrgico e Centros de Custo Finais.
Unidade de mensuração: Número de Incidências Realizadas, que seria o mesmo que as exposições radiográficas necessárias para cada tipo de exame.
Ultrassonografia: Recebe os custos necessários à manutenção do serviço e equipamentos.
A unidade de mensuração, que é o número de Exames Realizados, é rateada aos centros de custo que solicitam serviço.
Laboratório de Patologia Clínica: Abrange os custos de marcação e identificação dos pacientes, coleta e separação do material, realização dos exames e emissão dos resultados.
Unidade de mensuração: Número de Exames Realizados, rateados aos centros de custo que utilizam o serviço.
Eletrodiagnóstico: Agrega os custos destinados á realização dos exames de prova de esforço, ecocardiograma unidimensional, eletrocardiograma, etc.
Esses exames recebem uma ponderação de acordo com o tempo empregado, material de consumo utilizado e preço de mercado do tipo de exame, da seguinte forma:
|
Eletrodiagnóstico |
Peso 1 |
|
Ecocardiograma |
Peso 4 |
|
Prova de Esforço |
Peso 5 |
Unidade de mensuração: Exames ponderados, rateados conforme a solicitação.
Anatomia Patológica: Recebe os custos referentes à realização dos exames de histopatologia e citopatologia, ponderados segundo argumento anterior, da seguinte maneira:
|
Citopatologia |
Peso 1 |
|
Histopatologia |
Peso 2 |
Unidade de Terapia Intensiva: Recebe os custos próprios à manutenção deste centro, tendo como unidade de mensuração o número de pacientes-dia, desdobrado por clínica ao qual a UTI serviu, ou seja, conforme a origem do paciente.
Neonatologia Neste centro de custos são alocados os custos de manutenção referentes a UTI neonatal, tendo como unidade de mensuração o número de pacientes - dia sendo inteiramente alocado no centro de custo Alojamento Conjunto.
Centro Cirúrgico: Abrange os custos pertinentes à manutenção do serviço, incluídos os custos de anestesiologia, com uma ressalva: deve ser deduzido do custo total, os materiais passíveis de indenização como prótese, marca - passo, etc.
Utiliza-se como unidade de mensuração, a nível de Hospital Universitário, as Horas de Cirurgia, informadas em relatório próprio, que apesar de considerarmos uma mensuração muito simplista, dada a complexidade do serviço, julgamos ser ainda um bom instrumento de medida.
D)-Centros de Custos Finais
Este grupo está composto pelos centros que desenvolvem as atividades fins do Hospital. Na verdade, podemos afirmar que os custos são apurados, alocados a cada centro de custo, rateados e transferidos, conforme a utilização dos serviços pelos demais centros de estrutura e levados justamente aos centros finais e de produção e/ou inaplicáveis, característica esta do sistema RKW, ou seja:
Custo Total HU = S Custo Total Centros Finais + S Custo Total Centros de Produção
Clínica médica Masculina, Clínica Médica Feminina, Clínica Pediátrica, Clínicas Cirúrgicas I e II e Alojamento Conjunto. Estes centros de custo recebem os custos referentes ao atendimento a pacientes internos, tendo como unidade de mensuração o número de pacientes-dia.
Ambulatórios: Agrega os custos inerentes ao atendimento de pacientes externos. Tem como unidade de mensuração, o número de consultas e reconsultas realizadas.
Emergência: Recebe os custos decorrentes da assistência prestada na unidade, a pacientes externos com complicações generalizadas que requerem atenção imediata, estando ou não em risco de sobrevivência.
Unidade de Mensuração: Número de Atendimentos Realizados
E) - Centros de Custo de Produção e/ou Inaplicáveis
Neste grupo encontram-se os centros de custo identificados como Unidades de Produção e Serviços, onde o produto final será incorporado ao estoque de Almoxarifado, distribuído diretamente a outras unidades ou ainda colocados a venda, independente de suas atividades estarem diretamente relacionadas com os serviços prestados pelo Hospital.
Farmácia Industrial: Agrupa os custos da produção de medicamentos, saponáceos, detergentes, água destilada, fórmulas específicas ou não, e outros produtos. Os produtos, após acabados, podem ser estocados na própria unidade para distribuição direta aos outros centros, distribuição via Farmácia ou ainda através do Almoxarifado Central.
Unidade de Mensuração: Valor produzido, determinado pelo custo padrão ou via consulta de preços de mercado.
Costura: Agrega os custos concernentes a produção de roupas necessárias à formação ou reposição de estoques em almoxarifado próprio. Todo produto acabado somente é distribuído pelo próprio centro diretamente às outras unidades. A unidade de mensuração segue os mesmos preceitos da Farmácia Industrial.
Observação: Os custos destes centros não são rateados às unidades, pois suas produções não são incorporadas aos estoques de almoxarifado e farmácia, ou são distribuídos através de requisição, incorporando-se ao custo com material de consumo de cada centro.
Ensino: Recebe os custos referentes ao apoio prestado às atividades de ensino, pesquisa e extensão, através de estagiários dos diversos cursos relacionados com as atividades hospitalares.
Unidade de Mensuração: Número de alunos por curso
Escola de Educação Infantil: Agrega os custos relativos à manutenção deste centro.
Unidade de Mensuração: Número de crianças assistidas.
Comissão Permanente de Informática: Recebe os custos de manutenção de projetos implantados ou em fase de implantação, manutenção de equipamentos e pagamento de bolsistas, quando for o caso.
Quando em fase de implantação, este centro de custo pode estar incluído no grupo dos centros de custo de produção e/ou inaplicáveis. Por outro lado, quando os projetos já se encontram em pleno funcionamento operacional, pode ser incluído como centro de custo de base, rateando-se sua produção aos demais centros que se utilizam do sistema.
Unidade de Mensuração: Hora Máquina Utilizada. Esta medida ainda está em fase experimental.