2026

O GEA e o Voluntariado
Um Registro na Memória de Florianópolis

Fonte: Alfredo Martins

Voluntário, segundo Mónica Corullón, é definido como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político ou emocional. Altruísmo e solidariedade são valores morais socialmente constituídos vistos como virtude do indivíduo. Ele tem o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo.

O voluntariado, segundo Prof. Otávio Ferrari Filho na publicação “Aposentado. E agora?”, se traduz em benefícios comprovados na saúde mental e bem-estar, bem como na longevidade. De fato, o GEA, com uma parcela de seu staff na condição de aposentados, usufruiu perfeitamente desta conexão entre a paixão pelo estudo da astronomia e o voluntariado, obtendo dela a sua amálgama de coesão e legítima felicidade no longevo empreendimento de sua divulgação pública. Esta iniciativa não somente preencheu uma lamentável lacuna no ensino da geografia, como também satisfez plenamente as inúmeras mentes sedentas pela contemplação da beleza do céu da realidade bem como a compreensão dos seus mistérios.

Por toda concretude vitoriosa e eficaz do voluntariado do GEA, fui honrosamente convidado pelo Prof. Ferrari para compartilhar nossa experiência em depoimento na sua recente publicação “Depois do Crachá – Caminhos Práticos para Viver com Propósito”. Portanto, está registrado na literatura catarinense esta preciosa face oculta do GEA que, na verdade, é o espírito que nos anima e reconforta.

Segue o comentário do autor sobre o texto: “O depoimento do Dr. Alfredo Martins dialoga profundamente com a proposta deste livro. Sua narrativa mostra que a aposentadoria não é apenas o fim de uma carreira, mas uma oportunidade de revisitar memórias, resgatar paixões e redescobrir sentidos. Ele demonstra, com clareza e emoção, que o conhecimento acumulado ao longo da vida pode ser transformado em novas experiências de aprendizado, contribuição comunitária e felicidade pessoal.”

MEMÓRIA VISUAL

Fonte: Alfredo Martins